Metrô, ônibus e CPTM devem parar com greve marcada para sexta (14)

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Paralisação foi organizada em protesto à Reforma da Previdência defendida pelo governo do presidente Jair Bolsonaro. (Foto: Divulgação)

A greve geral marcada para sexta (14) deve ganhar adesão de uma série de categorias e paralisar vários serviços essenciais para a cidade de São Paulo, como o transporte público.

Até o momento, os sindicatos do Metrô, da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e dos motoristas de ônibus já comunicaram que vão apoiar a greve, organizada em protesto à Reforma da Previdência, defendida pelo governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL).

"A reforma altera pontos importantes como o fim da aposentadoria por tempo de contribuição, obrigatoriedade de idade mínima de 65 anos para homens e 62 para mulher, aumento de tempo mínimo de contribuição", afirma o Sindicato dos Ferroviários de São Paulo, em nota. "São pontos dos quais a categoria discorda."

Em reunião nesta segunda-feira (10), as representações sindicais dos motoristas de ônibus decidiram aderir à paralisação. A previsão é de que não haja nem frota mínima de veículos urbanos na data.

O Sindicato dos Professores de São Paulo (Sindpro-SP) também comunicou que se juntará à greve geral. "Vamos parar contra a reforma de Bolsonaro, que corta direitos, aumenta as contribuições e os anos de trabalho obrigatório", diz o texto divulgado no site da entidade. "Vamos parar em defesa da educação, contra a política predatória e violenta do governo Bolsonaro." 

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